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| P.V.Q. - Produção de Vinhos da Quinta, Lda. | |
| Categoria - Produtores/Engarrafadores Contacto: Quinta de Pancas Alenquer 2580-356 Portugal | |
Tel: +(351) 213 972 861 - Fax: +(351) 213 953 367 | |
| www - http://www.quintadepancas.pt email - (Não disponivel) | |
| Apresentação - A Quinta de Pancas, fica situada no "Alto Concelho de Alenquer", 45 Km a Noroeste de Lisboa, junto à aldeia do mesmo nome e é atravessado a Norte pela Ribeira de Pancas, perto da confluência desta com o Rio Alenquer. É uma das mais antigas deste concelho de tão ricas e antigas tradições no qual, um recenseamento recente, registou a existência de 160 quintas com brasão ou com capela, número sem dúvida impressionante e com significado particular. É que, a existência destas quintas andou sempre a par e passo com a produção de vinho, não sendo pois de estranhar que Alenquer continua a ser o 2º maior concelho produtor do País. Aspecto digno de realce nesta região privilegiada para a produção de uva, é o da variedade de solos, de relevo e de clima, estendendo-se da Lezíria à Montanha e dando origem a diferentes tipos de vinho, de muita qualidade, constituindo o envelhecimento precoce, uma das mais notáveis características comuns. Desde finais do Séc.XV pertenceu esta quinta à família dos actuais proprietários aí residindo nessa época, Domingos Fernandes, irmão do instituitor do Morgado de Pancas, D. Pedro Fernandes, Bispo de Bona. A casa foi sujeita a sucessivas adaptações de acordo com a época, o gosto e as necessidades de cada geração. Apresenta ainda dos tempos mais recuados uma "alpendrada românica" dando sobre o páteo de entrada e, do séc. XVI, azulejos mozárabes verde e branco e tectos do mesmo estilo, em caixão de madeira. Até 1988, a casa e as terras da Quinta de Pancas faziam parte do património da família Perestrello(*) Guimarães. Nesse ano, e como forma a assegurar a necessária modernização e desenvolvimento da exploração agrícola, os seus proprietários decidiram em conjunto com outros accionistas constituir a Sociedade Agrícola Porto da Luz, S.A., á qual cederam 107 hectares de terras bem como parte das respectivas instalações e equipamentos agrícolas. Tendo procedido, ao longo de vários meses, a profunda análise e reflexão, sobre a situação e perspectivas das 2 empresas e do sector em que operam, a Sociedade Agrícola Porto da Luz, S.A., SAPOL, e a Sociedade Cunha e Menezes, Lda., proprietárias respectivamente da Quinta de Pancas e da Quinta de D. Carlos, no concelho de Alenquer, deliberaram pôr em comum a exploração e gestão da sua actividade vitivinícola, com vista ao seu adequado redimensionamento, à obtenção de economias de escala e ao reforço da sua capacidade de intervenção no mercado. Com essa finalidade, constituíram a sociedade P.V.Q. - Produção de Vinhos de Quinta, Lda., com o capital social de 40.000 contos, subscrito em 50% por cada uma das empresas acima indicadas. A nova sociedade, para além de lhe competir a orientação estratégica global, conduzirá todo o processo produtivo de produção de vinho e procederá à comercialização dos produtos em Portugal e no estrangeiro. A nova sociedade será ainda a proprietária de todo o equipamento de vinificação e das marcas "Quinta de Pancas", "Casa de Pancas" e "Quinta de Parrotes" (qualquer delas já introduzidas nos mercados nacional e estrangeiros, E.U.A., Inglaterra, Suíça, Alemanha, Holanda, Áustria, Brasil, França, Bélgica, Suécia, Canadá e com prémios de distinção alcançados), bem como de outras marcas que venham a ser criadas para vinhos produzidos nas duas explorações. A gestão da P.V.Q. será persistentemente subordinada a 3 grandes preocupações: melhoria de qualidade dos vinhos produzidos, aumento da produtividade e implementação de uma adequada política de marketing a nível nacional e internacional. Para além dos projectos, já em curso, de completa reestruturação das vinhas, a cargo da Sociedade Agrícola Porto da Luz, S.A., e a Sociedade Cunha e Menezes; Lda., a nova empresa irá efectuar a modernização das instalações e equipamento de vinificação, tendo ainda, em fase adiantada de estudo, um projecto de internacionalização das suas actividades que visa à criação de estruturas comerciais no estrangeiro (E.U.A. e Inglaterra). Reforçados desta forma os meios financeiros e a capacidade de gestão da empresa, a exploração agropecuária da Quinta de Pancas espera poder completar um audacioso plano de desenvolvimento, nos próximos 5 anos, muito especialmente no sector de vinhos de qualidade. De resto, ao longo dos séculos, a economia de vinha constituiu sempre componente importante da economia familiar. São vários os testamentos a imporem obrigações quanto ao tratamento das vinhas e ao apetrechamento das adegas, como o que, datado de 1661, de autoria do 4º Administrador do Morgado de Pancas, deixava aos seus descendentes "toneis e dornas para mais de 50 pipas de vinho", quantidade que, para a época parece ser apreciável. "A Família" e a "Quinta" estiveram sempre integradas nessa cultura e tradição que em Alenquer é anterior à ocupação Romana e que, até aos nossos dias, constitui de forma permanente, a principal ocupação e riqueza dos seus habitantes. Como curiosidade faz-se notar que estes Perestrello são os Senhores de Quinta e Morgado do Espanhol os mesmos a que pertenceu Bartolomeu Perestrello navegador e sogro de Cristóvão Colombo e António Lopes Perestrello navegador que capitaneou uma das naus na viagem de Vasco da Gama à India. | |
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