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| Quinta da Murqueira - Casa Agrícola Cardoso de Menezes | |
| Categoria - Produtores/Engarrafadores Contacto: Rua Nunes dos Santos, n.º 21, loja 24 Estoril 2765 - 546 Estoril Portugal | |
Tel: +(351) 214 649 330 - Fax: +(351) 214 649 329 | |
| www - http://www.murqueira.com email - qmurqueira@mail.telepac.pt | |
| Apresentação - A Casa Agrícola Cardoso de Menezes, sociedade comercial fundada em 1996, tem as suas raízes familiares e patrimoniais numa das mais conhecidas casas agrícolas da Beira Alta do princípio do século: a Casa Xavier. A Casa Xavier resultou da fusão de duas famílias nobres das Beiras: Os Xavier Garcia de Mascarenhas e os Cardoso de Menezes (ramo Cantanhede/Marialva), detentores dum vasto património. A origem da família data do século XIII e a sua ligação às terras de Penalva tem como base o empréstimo que D. Pedro de Menezes concedeu ao Infante D. Henrique, em que este dá como hipoteca os seus domínios em Penalva. Desde esses tempos até hoje a história da família se mistura com a da vila e com a tradição vinícola. Desde sempre ligados à vitivinicultura, sustentados pela existência de vinhedos seculares situados nas encostas e cercanias do Rio Dão (Penalva, Pindo; Gôge, Rio de Moinhos, etc.) destacaram-se alguns elementos da família, sobre os quais se pode afirmar que foram figuras marcantes na enologia portuguesa. - Doutor António Cardoso de Menezes (1870/1935) - foi professor da Escola Agrícola de Coimbra, distinto enólogo e olivicultor, distinguindo-se pelos seus estudos científicos e publicações da época, citado por Cincinato da Costa (in "Portugal Vinícola" - 1900) pela qualidade e pureza da sua produção de uvas. - Engenheiro José Xavier Cardoso de Menezes (1906/1984) - sucedeu a seu pai, António Cardoso de Menezes, estabeleceu a sua exploração agrícola em Penalva dos Castelo. Continuando a tradição aperfeiçoou e regularizou o plantio das vinhas, introduzindo e compondo castas que vieram a celebrizar o vinho do Dão. Foi fundador e primeiro presidente da Adega Cooperativa de Penalva do Castelo (1950), instituição à qual dedicou grande parte da sua vida e que foi na época uma referência obrigatória do vinho do Dão, tendo contribuído fortemente para a conversão qualitativa dos vinhos da região. Até 1995 toda a produção de vinho da casa era entregue a esta cooperativa. Actualmente e com a entrada de Portugal na União Europeia as produções de grandes quantidades de vinho de mesa, relativamente indiferenciados, sofreram uma fortíssima concorrência dos países vizinhos, centro-europeus e também do Novo Mundo. Neste contexto a aposta na região do Dão tende a centrar-se nos designados "Vinhos de Quinta" (produtores/engarrafadores individuais), cuja qualidade tem condições para enfrentar a concorrência em mercados específicos e bastante selectivos. Este desafio foi aceite pelos descendentes de José Xavier Cardoso de Menezes, com o objectivo de lançar no mercado vinho do Dão de alta qualidade, resultante da correcta exploração das vinhas da casa. E José Luís Cardoso de Menezes, que sucedeu a seu avô à frente do sector de produção, lançou as bases indispensáveis para esta restruturação, nomeadamente na reconversão das vinhas e na mecanização do sector. As instalações de vinificação dentro da propriedade, em Penalva do Castelo, totalmente remodeladas com tecnologia actual, têm uma capacidade de laboração de 150.000 litros/ano. O estágio dos vinhos em madeira é feito com os maiores rigores em pipos de carvalho antigos. | |
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