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A Internet Vinícola
autor: Jorge Monteiro
Editado em: 23-02-2005

A Internet é um fenómeno que tem promovido intensas mudanças na última década: palavras como chat, IRC, e-mail, web, sites; não constavam do vocabulário popular há dez anos atrás; assim como era impensável aceder a todo o mundo simplesmente através de um simples clique.

Graças a esta mudança, é agora possível praticar comércio com parceiros de qualquer parte do mundo, tal e qual como se estivéssemos na mesma loja (claro que isto é um exagero, mas certamente devem ter reparado onde quis chegar), com as vantagens de que podemos ver o produto que queremos e decidir (ou não) comprar, sem que o vendedor nos pressione a fazê-lo.

Ora este fenómeno não passou ao lado do mundo vinícola. Muitas empresas produtoras e distribuidoras disponibilizam sites institucionais na Internet, assim como nasceram novas empresas que; através deste meio de comunicação; passaram a comerciar os vinhos das empresas produtoras.
Contudo, aqui em Portugal, nem tudo são rosas: o número de sites de Internet em relação ao número de produtores e de distribuidores é muito baixo, muitas empresas de renome (como a Raposeira – Murganheira, por exemplo) não disponibilizam sites de Internet e tão pouco endereços de correio electrónico, outras empresas não têm tido o cuidado de actualizar os seus sites (caso da Messias, de que vou falar mais adiante) e assim, correm o risco de dar falsas informações ao consumidor, ou então, quando actualizam os sites, a actualização decorre de uma forma “eterna”, dado o tempo que demoram (outro assunto que abordarei noutro artigo). Outros sites abusam dos programas como o Flash Player, Quicktime Player e outros, que muitas vezes não estão instalados nos computadores pessoais dos cibernautas (e estes lá terão que sacar os programas, se estão realmente interessados em conhecer algo sobre a empresa que produz o vinho).

Ora o consumidor; que até gostaria de saber algo mais acerca do vinho que consome; muitas vezes nem sabe onde se virar, se falarmos em relação á Internet. Felizmente (e passem a publicidade) aparecem portais como este onde estão a navegar que vão dando, dentro dos possíveis, uma luz ao fundo do túnel em relação ao relativo marasmo que vai reinando em relação á Internet portuguesa. Mesmo a imprensa especializada liga pouca importância a este meio de comunicação: desde que compro a “Revista de Vinhos” (embora a compre há pouco tempo) nunca ouvi o director pronunciar-se acerca deste assunto. Mas não pára de queixar-se das “banhadas” que levamos do Robert Parker (jornalista e critico de vinhos americano) – em Outubro de 2004 – ou da falta de capacidade de exportação dos vinhos portugueses.

Contudo, nem tudo é mau: cada vez há mais empresas e adegas cooperativas disponibilizar sites na Internet e a qualidade das páginas, em termos relativos, parece que está a aumentar. Neste artigo, proponho uma mostra de dois exemplos dos dois lados desta questão: um site de excelente qualidade, sem grandes requisitos (basta apenas um bom web browser), com informação completa – e vindo de uma pequena empresa, mas com créditos firmados no mercado – e um site de qualidade duvidosa, desactualizado, mal desenhado, dificil de navegar, e que constitui a vergonha de uma grande empresa que exporta mais de metade da sua produção.

Comecemos pelo site de boa qualidade. É o site da Quinta do Portal, uma pequena empresa familiar, mas cuja qualidade dos seus vinhos é inegável. Qualidade essa que nos transmite quando entramos no site (www.quintadoportal.com) e nos deparamos com a página inicial (não se assustem com a língua inglesa no inicio, a versão portuguesa está disponível) – no qual se vêem as noticias mais recentes da Quinta e um menu que nos permite aceder a informações da empresa, dos vinhos de mesa e espumantes, dos vinhos do Porto e de Moscatel e a informações acerca do clube Quinta do Portal (que irá aparecer brevemente no site).

Quando clicam no Link “Quinta do Portal” podem aceder a diversas informações, como por exemplo a filosofia da empresa, ou então dos contactos institucionais. Também é possível visitar (virtualmente)  as quintas que a empresa possui (basta clicar no nome da Quinta e depois em “visita á Quinta”) e logo abre-se uma pequena janela com a história da Quinta em questão e com diversas fotos. Contudo, se clicarem na “Quinta do Portal”  têm a possibilidade de visitar não só a Quinta, como também as adegas, as caves e o centro de visitas.

Ao aceder aos links que dão informações acerca dos vinhos produzidos (quer na secção vinhos de mesa, quer na secção vinhos do Porto) tem uma página “introdutória” , com uma pequena introdução ao centro, um menu que inclui mapas da região do douro e vinhos em destaque á esquerda, e outro menu que permite escolher as diversas marcas no canto superior direito. Escolhendo uma marca, podem então ver os diversos vinhos disponibilizados, e escolhendo um vinho podem ter acesso às notas de imprensa, ao rotulo e mesmo á possibilidade de imprimir a página. Pena é que esta empresa não seja mais clara quanto á rede de distribuição nacional nem tenha accionado no site a possibilidade de compra de vinhos, uma solução que poderia ser extremamente interessante. Mas como não há bela sem senão... 

Mas como também há exemplos de má qualidade de páginas de Internet, proponho uma visita ao site das Caves Messias, simplesmente um dos ícones da Bairrada e do Douro. O site é completamente baseado em Powerpoint, a combinação das cores faz lembrar um trabalho de faculdade que alguns professores dificilmente aceitariam. Quando entra na página principal, verá que há um aviso que diz que a página está em construção. Á sua esquerda vê um menu que vai desde a história da empresa até aos diversos tipos de vinhos... sem qualquer ordem!

Clicando na história da empresa, por exemplo, vê um texto ilegível, dado que parece que as frases estão encavalitadas em cima de outras. Accionando o modo de ecrã inteiro (um sinal que se pode encontrar no canto inferior direito) já dá uma ajuda, contudo, a qualidade não melhora muito...
Ao clicarem no link “produtos”, (e depois de ter escolhido a região ou o tipo de vinho que quer ver) verão que muitos rótulos estarão desactualizados, e que faltam as informações referentes a cada vinho produzido. Contudo, terão mais informações de clicarem nas regiões do Dão, Bairrada e Douro; mas só relativo ás propriedades que a empresa possui nestas regiões.

Quando quiserem saber a localização de diversas infra-estruturas da empresa, basta clicar em “onde estamos”. Contudo, parece que os desenhos foram feitos por adolescentes...
E nem vale a pena clicar nos links “referências” e “noticias”. Ambos estão “em construção”...
Enfim, um site que envergonha uma empresa que faz parte dos G7 dos vinhos portugueses, que tem honrado o nome de Portugal com vinhos de qualidade, mas que não se sabe apresentar aos cibernautas. Enfim, é mesmo uma pena que uma empresa de renome faça isto...

Jorge Monteiro

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